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"BBB 26" - Produção

 

Com uma média geral girando em torno de 16,4 pontos no IBOPE, em dados da Grande São Paulo, o 'reality show' "Big Brother Brasil 26", da TV Globo, não conseguiu explodir na audiência, diferentemente do que acontece nas redes sociais e no streaming.

Na TV, no número de sintonizados, o programa comandado por Tadeu Schmidt tem marcado médias que variam entre 17 e 18 pontos, bem longe das marcas de edições passadas, que já eram baixas, mas registravam 20, 22 e 25 pontos de média.

O elenco escolhido para este ano é um dos melhores: todos jogadores, todos com vontade de aparecer e se destacar de alguma maneira. Mas o que está dando errado, então?

Simples! Uma fraca produção, que elabora provas e dinâmicas que se alternam e confundem o telespectador, e até os participantes, e a inconstância dos horários de exibição do "BBB 26" na TV. Não prende o público.

Já no streaming, o telespectador sabe a hora e o que quer ver de recorte, assim como nas redes sociais. Precisa-se fazer um alinhamento e um severo estudo de reestruturação de grade do "BBB". Fixá-lo em um horário, trazer o público das redes para a TV e montar um plano de emergência para ainda salvar essa edição que tem bons nomes e uma vencedora que já desponta como favorita desde o seu começo.

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Foto: Divulgação/Globo.

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