Estreado em 12 de Janeiro, e com previsão de durar 100 dias, terminando em 21 de Abril, o 'reality show' "Big Brother Brasil 26", da TV Globo, sofre um mal que edições mais recentes do programa também vinham sofrendo: dinâmicas comprometidas pelo excesso de merchandising (propaganda).
Muitas ações o tempo todo, o que acaba tirando o foco dos participantes, que é o dinheiro, e o foco do público, que é o de querer ver o circo pegar fogo entre eles. Lanchinhos ao final da tarde são desnecessários em uma competição que vale mais de R$ 5 milhões.
Tivemos expulsões, desclassificação e até um grave problema de saúde de um participante. Por que não ter mostrado tudo isso, caso a caso, de uma maneira mais intensa, densa? Afinal, é um show de realidade!
Tadeu Schmidt segura a nave mãe de uma maneira bem despojada, mas se perde na hora de falar com a turma em geral. Não consegue ouvir e ser ouvido.
Dourado e Angélica tem feito de tudo para que a atração decole, o que vem acontecendo de forma tímida ainda, mas que já reflete na programação da casa.
E o tão anunciado "laboratório"? Não vingou, né/?
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Foto: Reprodução/Globo.

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